Toda a Sagrada Escritura está repleta de versículos e capítulos inteiros que falam de anjos. Se acreditamos na Sagrada Escritura, não podemos negar a existência e ação dos anjos.
Além do testemunho da Sagrada Escritura, temos o dos Santos Padres da Igreja que nos deixaram belas e sugestivas descrições dos anjos que foram retomados por São Tomás não só no aspecto teológico, mas no dinamismo cristão.
A Igreja definiu como dogma de fé a existência de anjos.
No IV Concílio de Latrão, em 1215, devido ao dualismo que existia na Idade Média, foi explicado que Deus é o criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis, criaturas espirituais e corpóreas, e que Ele criou algumas e outras a partir de nada.
Em 1870, devido ao materialismo e racionalismo que existiam naquela época, o Concílio Vaticano I reafirmou a existência dos anjos.
Paulo VI voltou a destacar a existência dos anjos em 1968 ao formular o “Credo do Povo de Deus”.
Na reforma litúrgica da Igreja de 1969, foi instituído o dia 29 de setembro para lembrar os arcanjos São Miguel, São Rafael e São Gabriel e o dia 2 de outubro como o dia para lembrar os anjos da guarda.
Por: Luis Rojas Puigcercós














