A não violência ativa

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Mahatma Gandhi foi um grande líder indiano, assassinado em 1948. Certa vez, uma região da Índia estava sendo invadida por estrangeiros. Eles bloquearam as estradas, de modo que o povo do lugar não podia passar, nem a pé.

Então Gandhi organizou uma fila e pediu que passassem pelo bloqueio, sem usar violência, mesmo sacrificando a própria vida.

Veio o primeiro da fila, o soldado o matou. Veio o segundo, idem. O terceiro também… Quando havia várias pessoas mortas, e a fila continuava firme querendo passar, fila composta de homens, mulheres e crianças, o soldado invasor ficou desesperado e saiu correndo. Assim, os indianos puderam passar.

Algum tempo depois, todos os invasores ingleses abandonaram a Índia e a deixaram livre.

Esta tática chama-se não violência ativa. Foi a mesma usada por Jesus. Não podemos responder à violência com violência, mas também não podemos curvar-nos diante das injustiças.

“Apresentei minhas costas aos que me queriam bater, ofereci o queijo aos que me queriam arrancar a barba e nem escondi o rosto dos insultos e dos escarros” (Is 50,6).

“Um verdadeiro devoto de Maria não se perde”. (Santo Afonso)